quinta-feira, janeiro 10, 2008

O Tarot na Arquitectura Lisboeta

Retirado de O Saquinho do Louco:(http://osaquinhodolouco.com/tarotearquitectura.html)
"Após o devastador terremoto de 1755 em Lisboa, o rei D. José I e o seu Ministro da Guerra e futuro Primeiro–Ministro de Portugal, Marquês de Pombal tomaram medidas imediatas para que a cidade renascesse novamente. Contrataram assim um considerável número de arquitectos e engenheiros, que em menos de um ano fizeram o “milagre” de transformar Lisboa numa cidade sem ruínas decorrendo ainda os trabalhos de reedficação já bastante adiantados. O rei desejava uma cidade nova e ordenada e assim, grandes praças e avenidas largas e rectilíneas marcaram a planta da nova cidade. O novo centro, hoje conhecido por Baixa Pombalina é uma das zonas nobres da cidade. São os primeiros edifícios mundiais a serem construídos com protecções anti-sísmica, que foram testadas em modelos de madeira à medida que as tropas marchavam ao seu redor testando assim a sua resistência (gaiola pombalina). Contúdo, toda esta grandiosa obra “escondia” algo mais. Hoje, temos uma Lisboa marcada por um sistema simbólico ligado à maçonaria, à alquimia, à mitologia, etc.Temos uma Lisboa povoada por estátuas e obeliscos, por altos e baixos relevos, por azulejos que nos contam histórias maravilhosas, que nos falam de mistérios inimagináveis e que de uma forma ou de outra nos sugerem o mito, o sonho da Lisboa do Quinto Império.
E é neste contexto que vimos encontrar o Tarot representado na arquitectura pombalina da Praça do Comércio e mais tarde (1870) na Praça D. Pedro IV (Rossio). No livro “Jardins Secrtetos de Lisboa” de Manuela Gonzaga, encontra-se um pequeno trecho sobre o assunto.
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