domingo, julho 04, 2010

O comando da nossa televisão

Pifou.
Agora, mudar de canal, subir o som ou baixá-lo obriga a manobras complicadas que se auto excluem. Mudar de canal, por exemplo, pode resultar em ir parar ao video desligado. Além disso não é prático, porque obriga a levantar do sofá muitas vezes. Temos um mamarracho enorme, que ainda não trocámos por causa das mudanças no sistema de captação e difusão das imagens que vao implicar novos aparelhos.
Como ver televisão, cá em casa, é um desporto que só começa à noite, com o telejornal, e segue com as séries da RTP2 (antes e depois das notícias), o sistema começa a tornar-se perfeito. Por inércia, ninguém corre para as minúsculas filas de botões escondidos no receptor. Ver videos é impossível: o formato come as legendas e não dá para corrigir, como fazíamos com o comando à distância. Assim, vê-se um filme no computador, sem publicidade a interromper. Vi dois assim, esta semana. Excelentes, aliás.
As pilhas de livros que tenho de ler e reler, o tempo para conversar ou simplesmente pensar, aumentou substancialmente. Já passaram quinze dias sobre o «acidente» ao qual já nem nos referimos. É implícito que tudo vai continuar assim, e estamos de acordo que é um sossego.
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