sexta-feira, outubro 01, 2010

Quinta do Lago Silencioso, agora, sempre






preciosas memórias do tempo sem tempo no Lago Silencioso. Time to go. Mas alguma vez deixamos de voltar? Impossível. Este paraíso que Andrea sonhou, e construíu, entrou-nos na pele, e desde então a sua música corre pelas nossas veias. Somos deste chão. E destas estrelas impossíveis de caçar, nas noites furadas por incontáveis diamantes de todos os tamanhos. O nosso recado para Andrea e Zé do outro lado do mundo, agora que caminham sobre as minas de cristais de quartzo, ali onde João de Deus fez o seu trono: sonhem mais, sonhem muito, alimentem o Lago. E deixem-se embalar por ele. Como nós fazemos. Mesmo quando cá não estamos.
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