segunda-feira, setembro 12, 2011

Era uma vez o Porto

Tia Lena, Jó, Faruk e eu

E nunca mais encontrei por tantos caminhos cruzados um mar como aquele, tão bravo e tão doce, que ao recuar, na maré baixa, deixava atrás de si miríades de lagos dentro de rochas cobertas de lapas,  mexilhão e limos, onde nadavam peixes, estrelas do mar, anémonas, caranguejos e camarões e onde, a certas horas, se olhássemos com muita atenção, cnseguíamos ver sereias translúcidas de cabelos dourados. Ali, e por então, era o mais perto de casa que conseguia chegar. 
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