domingo, janeiro 29, 2012

Uma caixa para o bicho-monstro

Começavam por coisa nenhuma e acabavam bruscamente. Uma espécie de tsunamis
emocionais que deixavam a minha pequena amiga – na época com cinco anos –
extenuada e a mãe dela sem um pingo de energia. Eram cíclicos, avassaladores e
incontroláveis. À falta de melhor, chamava-se-lhes os "ataques de fúria" da
Martinha, que de resto era e continua a ser uma menina com muito feitio. Mas a
criança explicava:– Desta vez não sou eu. É o bicho, mãe. É um bicho
monstro. Sobe por mim acima e eu fico desta maneira.
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Boas Notícias - Tempo dos milagres: Uma caixa para o monstro

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