segunda-feira, outubro 21, 2013

E tudo por causa de um Zigurate.

O grupo de investigação a que estou associada entronca nas civilizações pré-clássicas, e tem a Mesopotâmia como foco. Sendo a minha área de mestrado a História da expansão portuguesa, eu própria percebo a interrogação muda que já me foi levantada, porque também eu me coloco  a mesma questão, com alguma frequência.

Que ando a fazer pela Mesopotâmia?

Pieter Bruegel o Velho, A Torre de Babel, 1563, (Kunsthistorisches Museum,Viena)

Porque raio, entre os vários grupos de investigação possíveis do Centro de Historia de Além-Mar da FCSH da Universidade Nova de Lisboa, escolhi este? Foi do coração e do instinto. Senti que tinha de voltar, 'concretamente' se é que se podem colocar assim as coisas, à Suméria. Senti mesmo. Não é o caminho mais fácil, porque o mais fácil seria aprofundar campos onde, por todos os motivos e mais alguns, estava mais à vontade e francamente mais 'encarreirada'.

Mesopotâmia porquê? Tenho de perguntar à minha cabeça, mas sei que a resposta não virá tão cedo.

Alice, Alice, lá vais  tu outra vez a cair para dentro do poço tão fundo. E tudo por causa de um Zigurate.



 
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