segunda-feira, dezembro 14, 2015

Sei quem é o salvador e/ou a salvadora da pátria

As pessoas que gostam muito de mim, e outras que não conheço de parte alguma mas que se identificam com as minhas palavras e ideais, andam zangadas com a minha ausência do pequeno ecrã e pelo ostracismo a que tenho vindo a ser votada pelos media de forma geral. 

Eu não. Aprendi ao longo da vida que já vai longa, como se comportam os grupos humanos e as suas dinâmicas. Ora eu sou, sempre fui, como explicar? uma espécie de carta fora do baralho. Nem sequer jogo os mesmos jogos, não me sento à maior parte das mesas, e o poder não me diz nada, dizendo-me tudo. É uma imensa responsabilidade e um fardo que só faz sentido quando serve para nos proporcionar os meios de fazer bem feitas as coisas a que nos propomos.


Resumo a minha campanha ao slogan LIBERDADE INCONDICIONAL porque sou uma alma livre num corpo denso, e tenho desgosto por ver, sentir e lutar contra tanta armadilha e tantos véus que nos impõem para abafar o nosso naturalmente livre pensamento, amordaçando-o com medos sem razão e ambições sem sentido. 


E por falar em sentido: 'o poder quando não é serviço é doença', como disse Maria de Lurdes Pintassilgo, a primeira mulher candidata a este magistério a que me propus. Ora eu não estou doente de modo que estou ao serviço. Foi por isso e é por isso. O resto virá por acrescento. Se vier, como vier e quando vier. E por falar em media, na sequência de uma entrevista que dei ao jornal Barlavento, o excelente artigo assinado por Bruno Filipe Pires: 





«Somos responsáveis pelo nosso destino. Costumo dizer que todos sabemos quem é o salvador da pátria. É aquela pessoa que encontramos todos os dias quando olhamos para o espelho. Aquela pessoa a quem chamamos eu, que tem de estar aplicada na salvação de nós todos». 
 Para ler mais: «SOU ATIVISTA ANTES DE HAVER NOMES PARA ATIVISMOS». 




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