A Dina Gusmão assina o artigo. É também ele resultado do cruzamento entre uma conversa entre nós e a sua leitura da biografia de Maria Adelaide Coelho da Cunha:
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=98B16EAD-12D1-429F-BEF0-EBDC4999BCE2&channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
terça-feira, fevereiro 24, 2009
«Doida não e não!»
A voz de Maria Adelaide Coelho está de novo a fazer-se ouvir pelo país todo. O DN publicou um artigo da Fernanda Câncio, que na sua «mesa de montagem» mental cruzou a leitura atentíssima do livro com a conversa de quase duas horas que tivemos. Fica um extracto e link para o artigo completo:
"Quis fazer justiça a uma mulher extraordinária" FERNANDA CÂNCIO
«Manuela Gonzaga. Jornalista grande parte da vida, 'passou-se' há nove anos para o lado dos livros. A apaixonante (e apaixonada) história de Maria Adelaide é o seu sétimo livro. Uma biografia apaixonante e apaixonada que revela uma heroína portuguesa A narração desta vida é também a da condição da mulher há cem anos [...]»
http://dn.sapo.pt/2009/02/21/dngente/quis_fazer_justica_a_mulher_extraord.html
Entretanto, ontem, segunda-feira, entrevista à Antena 1, programa de Ana Aranha, «À volta dos livros». Cinco minutos de grande síntese. Gosto muito da forma como ela organiza o tempo, fazendo acontecer tanta coisa em escassos minutos. Amanhã, entrevista com Dina Gusmão, Correio da Manhã. Quinta-feira, no Porto para uma agenda já bem preenchida...
Équase comovente a força desta mulher, Maria Adelaide Coelho, que nasceu no século XIX, em Lisboa, morreu a meio do século XX, no Porto, protagonizando um escandalo de enormes dimensões, e que ainda desperta tanto interesse à sua volta...
"Quis fazer justiça a uma mulher extraordinária" FERNANDA CÂNCIO
«Manuela Gonzaga. Jornalista grande parte da vida, 'passou-se' há nove anos para o lado dos livros. A apaixonante (e apaixonada) história de Maria Adelaide é o seu sétimo livro. Uma biografia apaixonante e apaixonada que revela uma heroína portuguesa A narração desta vida é também a da condição da mulher há cem anos [...]»
http://dn.sapo.pt/2009/02/21/dngente/quis_fazer_justica_a_mulher_extraord.html
Entretanto, ontem, segunda-feira, entrevista à Antena 1, programa de Ana Aranha, «À volta dos livros». Cinco minutos de grande síntese. Gosto muito da forma como ela organiza o tempo, fazendo acontecer tanta coisa em escassos minutos. Amanhã, entrevista com Dina Gusmão, Correio da Manhã. Quinta-feira, no Porto para uma agenda já bem preenchida...
Équase comovente a força desta mulher, Maria Adelaide Coelho, que nasceu no século XIX, em Lisboa, morreu a meio do século XX, no Porto, protagonizando um escandalo de enormes dimensões, e que ainda desperta tanto interesse à sua volta...
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
A capa do meu novo livro
Está finalmente na gráfica o meu novo livro que por volta de dia 20 de Fevereiro vai para as livrarias. Mais um. E de cada vez é mais dificil... Quero dizer, nesta fase em que a sua imaterialidade toma corpo e forma e nos sai das mãos, para ir fazer companhia a milhões de outros tão belos, tao decisivos, tão importantes, tão fundamentais (para quem os escreveu) como o nosso.
Pois é. Em todo o caso, é sempre e também uma alegria. Ele aí está!
Pois é. Em todo o caso, é sempre e também uma alegria. Ele aí está!
quarta-feira, janeiro 28, 2009
Biografia de Maria Adelaide Coelho
O meu próximo livro está quase a sair. É biografia de Maria Adelaide Coelho, filha mais velha e herdeira de Eduardo Coelho, fundador e co-proprietário do Diário de Notícias.
A história, tal como lhe peguei, começa a meio, mas este «meio» é um principio: aos 48 anos de idade, Maria Adelaide abandona uma vida luxuosa e muito cosmopolita, um marido a quem já não ama, e que, segundo ela, mostrava pagar-lhe na mesma moeda, e ...foge com o motorista de 26 anos. Troca assim um magnífico palácio -- São Vicente -- por um primeiro andar alugado em Santa Comba Dão. Peles, sedas, cetins, jóias, por uma saia de chita, coberta com um avental e um lenço na cabeça, «à espanhola». Um marido poeta, escritor, jornalista, por um «chauffeur».
Está apaixonada, e farta do que chama o «teatro da vida». Corre o ano de 1918... Em breve, o idílio é interrompido e Maria Adelaide é internada no Hospital Conde de Ferreira, uma instituição para alienados, no Porto...
E isto é só o começo.
A história, tal como lhe peguei, começa a meio, mas este «meio» é um principio: aos 48 anos de idade, Maria Adelaide abandona uma vida luxuosa e muito cosmopolita, um marido a quem já não ama, e que, segundo ela, mostrava pagar-lhe na mesma moeda, e ...foge com o motorista de 26 anos. Troca assim um magnífico palácio -- São Vicente -- por um primeiro andar alugado em Santa Comba Dão. Peles, sedas, cetins, jóias, por uma saia de chita, coberta com um avental e um lenço na cabeça, «à espanhola». Um marido poeta, escritor, jornalista, por um «chauffeur».
Está apaixonada, e farta do que chama o «teatro da vida». Corre o ano de 1918... Em breve, o idílio é interrompido e Maria Adelaide é internada no Hospital Conde de Ferreira, uma instituição para alienados, no Porto...
E isto é só o começo.
domingo, janeiro 04, 2009
Homem-mouton desculpa, mas o nosso ADN está a mudar
A tentar moderar os comentários do post sobre entrevista que a Teresa de Sousa fez ao Jaime Nogueira Pinto a propósito do livro que este acabou de lançar, e do link para o artigo sobre os chineses em Angola, que também me interessa muitíssimo, acabei por mandar tudo para o lixo. E não consegui recuperar a informação. Além disso, o artigo dos chineses em Angola, desaparecia mal se linkava o blog onde ele estava. Desaparecia literalmente!
Assim, e enquanto nao recupero os links, deixo um atalho para «contos de fadas» do século XXI: O nosso DNA está a mudar. E isto é mais emocionante, ou pelo menos tanto, acho, do que os imperialismos New Age. Ora vê:
http://www.luisprada.com/Protected/dna_changes.htm
Pssst: na verdade nem percebo quase nada de ADN...
Assim, e enquanto nao recupero os links, deixo um atalho para «contos de fadas» do século XXI: O nosso DNA está a mudar. E isto é mais emocionante, ou pelo menos tanto, acho, do que os imperialismos New Age. Ora vê:
http://www.luisprada.com/Protected/dna_changes.htm
Pssst: na verdade nem percebo quase nada de ADN...
sábado, janeiro 03, 2009
sexta-feira, dezembro 19, 2008
Rêve planétaire 2008
Amanhã podemos associar-nos ao Sonho Planetário, uma noite em que, uma vez por ano, o mundo inteiro põe-se de acordo para sonhar sobre um mesmo tema.
Para saber mais:
Para saber mais:
Oniros: Associação francesa para o estudo do sonho, fundada em 1985 http://www.oniros.fr/
Subscrever:
Comentários (Atom)

