Mostrar mensagens com a etiqueta Legislativas 2015. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Legislativas 2015. Mostrar todas as mensagens

domingo, outubro 11, 2015

PAN na Assembleia da República

A marcha de encerramento da campanha eleitoral do PAN - da Praça do Chile ao Chiado foi assim
Esta imagem traduz bem o espírito de alegria que animou toda a nossa campanha até ao seu encerramento. Com muito pouca mediatização ao longo de uma campanha feita com entusiasmo, alegria, boas vontades, muita entrega, e uns irrisórios 30 mil euros em gastos, sentíamos, de Norte a Sul, que íamos ter um bom  resultado. Ou como dizia André Silva, o presidente do PAN, «que íamos ser a surpresa positiva das eleições».

E fomos.

Nestas legislativas, o PAN tornou-se a 7ª força política em Portugal, com 74.656 votos em território nacional (1,39%). Ficou assim à frente de todas as outras pequenas forças políticas, como o PDR de Marinho e Pinto, o PCTP/MRPP; o Livre, de Rui Tavares; o Agir de Joana Amaral Dias. Aparentemente, os resultados nos círculos da Europa e fora da Europa não vão contar. Aparentemente, chegaram tarde...

http://www.pan.com.pt/comunicacao/noticias/item/742-pan-na-ar-2015.html
André Silva, deputado pelo PAN à assembleia da República, no discurso da vitória

André Lourenço e Silva é um novo deputado no parlamento. Com uma agenda poderosa, compassiva, ética e de uma grande amplitude. O dilúvio de entrevistas que se sucederam à eleição, trouxe ao de cima a grande injustiça com que o PAN foi tratado durante quase toda a campanha, pela maior parte dos órgãos de comunicação social. Mas tem servido para esclarecer muita gente e para alargar o debate das ideias trazendo para a agenda do dia a defesa do direito à vida e ao bem-estar de todos os seres sencientes e a urgência da promovernos  uma maior harmonia ecológica.

Para quem achava que este era um «partido de freaks, ou tias e tios fanáticos de cãezinhos e gatinhos» a surpresa não se ficou por aqui. As 160 medidas do nosso programa foram pensadas, debatidas e trabalhadas durante muitos meses. E estão equacionadas com toda a clareza. A mesma clareza de linguagem que André Silva transmite em todas as suas prestações radiofónicas, jornalísticas, televisivas. Os elogios começam a chegar dos lados mais imprevistos. Fora a catadupa de mensagens que, de vários países, nos chegam por parte de políticos e activistas que se congratulam com esta pequena grande vitória de todos.

Pessoas, Animais, Natureza.


quinta-feira, setembro 24, 2015

«Esta barragem não deveria existir»

A minha crónica de hoje, no Comício Público, é dedicada ao Vale do Tua. Citando:
«E foi assim que hoje, a comitiva do PAN desceu do comboio na estação do Tua, em Carrazeda de Ansiães, e foi a pé até à zona da obra, onde se pode observar o paredão de betão a ser construído no rio, e as infraestruturas do estaleiro que se estende pelas encostas. Bem como a linha de caminhos-de-ferro desactivada por causa desta barragem que, a ser concretizada, irá arrasar um dos patrimónios mais selvagens que existem em Portugal, afetando espécies em vias de extinção, prejudicando o turismo, e destruindo “imensos terrenos agrícolas”.  Nas palavras de André Silva, porta-voz do PAN:
 “O que está aqui em causa é de facto todo um património cultural, ecológico, social e económico. Esta barragem não deveria existir, tal como outras que estão ser construídas no [no âmbito do] Plano Nacional de Barragens”. [em «Esta barragem não deveria existir», TVI notícias]»

Para ler na integra: «Esta barragem não deveria existir»

segunda-feira, setembro 21, 2015

«O que eu andei para aqui chegar»

A convite do jornal Público, e juntamente com mais dez outros cronistas, iniciei uma colaboração no recém-criado blogue Comício Público - o blogue de 11 políticos em campanha.  Até às eleições, cada um de nós terá ali uma janela para comunicar com leitores, elucidando-os sobre o projecto a que cada um de nós está ligado. No meu caso, PAN - Pessoas, Animais, Natureza.

É um texto de apresentação, este primeiro. O que me trouxe aqui, e porquê esta ligação a um partido de causas? Um extracto:

«E há quatro anos surgiu o PAN — Pessoas, Animais, Natureza, e eu gostei logo das propostas que apresentava, porque mais do que um partido senti-o como um… inteiro. Uma associação de causas – Animal, Ambiental e Humana – onde as propostas defendidas eram as que eu acarinhava há muito tempo. Devolver ao ser humano a sua integralidade, no respeito pela casa de todos, a Terra, e na empatia com todas as formas de vida: tinha chegado a casa! E estava a conectar-me com humana gente que me tem estimulado a crescer e a acreditar que os sonhos mais improváveis, quando sonhados por muita gente que sonha da mesma maneira, vêm a tornar-se realidades.
O resto foi surgindo por acréscimo à medida que o envolvimento na dinâmica do PAN – inclusive nas primeiras dores de crescimento – implicaram mais disponibilidade mental, doação de tempo, energia e amor.» Para ler tudo: «O que eu andei para aqui chegar»